"E vós, quem dizeis que eu sou?”

A liturgia deste domingo vem nos incentivar a pensar um pouco sobre o pensamento que temos sobre Jesus. O Senhor naquele tempo pergunta aos discípulos o que o mundo falava sobre Ele e depois quis saber qual a opinião deles. Vejamos:

27Jesus partiu com seus discípulos para os povoados de Cesaréia de Filipe. No caminho perguntou aos discípulos: “Quem dizem os homens que eu sou?”
28Eles responderam: “Alguns dizem que tu és João Batista; outros que és Elias; outros, ainda, que és um dos profetas”. 29Então ele perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Pedro respondeu: “Tu és o Messias”.

Vejo que hoje Jesus é o nome mais falado, porém é o menos conhecido pelo mundo. O nome de Jesus está em jornais, revistas, documentários... Porém não está no coração de muitos. Por isso que Jesus nos pergunta hoje: “E vós, quem dizeis que eu sou?”
Jesus quer saber o que VOCÊ acha dele. O mundo está cheio de opiniões, mas qual é a sua? A sua é influenciada pela mídia anticristã? Ou você tem a coragem de ter a sua opinião?
Atentamos ao fato, de que mais adiante, no evangelho, quando Jesus anuncia a sua morte, Pedro começa a repreender Jesus falando que não era essa a vontade de Deus. E Jesus fala a Pedro “Vai para longe de mim, Satanás! Tu não pensas como Deus, e sim como os homens”. Ele falou isto, por que muitas vezes queremos nos julgar donos da verdade, desprezando a vontade de Deus. Pensamos como os homens? Ou aceitamos a vontade de Deus?
Por isso ele nos diz ao fim:

“Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga. 35Pois, quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; mas, quem perder a sua vida por causa de mim e do Evangelho, vai salvá-la”.

Aí está a resposta a muitos que se dizem cansados por seguirem Jesus e sofrerem. Não pensem que seguir Jesus é fácil, Ele mesmo disse que teríamos que tomar a nossa cruz, mostrando assim que seria difícil o caminho, mas Ele estaria conosco. Seguir Jesus é difícil, fácil e perder-se.
Hoje, é um bom dia para pensarmos como está nossa opinião sobre Jesus, sobre a Igreja. Bom também para analisarmos como está nossa confiança e nossa caminhada. Peçamos a Deus a graça de ter um pensamento livre de toda influencia mundana e desanimo na caminhada.
Deus nos Abençoe!

Matheus Barbosa
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Natividade de Nossa Senhora

Dia 8 de setembro celebramos a natividade daquela que deu o “Sim” fundamental para a salvação do mundo. Neste dia a Igreja lembra Maria, que foi escolhida deste toda a eternidade para ser morada do Menino Deus. Maria nascia neste dia, creio que era imensa a felicidade de Deus em ver que ali começava a salvação das suas criaturas.
Deus naquele momento já foi cuidando de cada passo de Nossa Senhora, na sua infância, juventude...
Maria nos ensina com seu nascimento, que devemos ser o instrumento de Deus, assim como ela foi. Desde menina, adolescente, jovem, sempre foi instrumento, sempre foi a serva do Senhor (Cf. Lc 1,38).
Peçamos à Nossa Senhora Santíssima, A Escolhida, para que nos ensine a viver como ela viveu, servindo e seguindo seu filho. Que ela nos ajude a cada vez mais a sermos discípulos de Jesus.
Por intercessão de Nossa Senhora , Deus nos abençoe!

Matheus Barbosa
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Querigma!


QUERIGMA OU KERYGMA é uma palavra grega que significa "proclamação". Kerix é o mensageiro, o que traz a boa notícia. Por isso se dá o nome de kerygma ao anúncio do evangelho (cf. Mt 12,41).
Do Grego kerygma (produz querigma/querigmático). Mensagem, pregação, proclamação. Mais tarde passou a designar a pregação da Cristandade primitiva a respeito de Jesus.

Jesus tocou os corações dos pecadores com a pregação de um Reino de Amor. O Anúncio deste Reino continua a tocar os corações de todos, por meio dos discípulos do Cristo, de Sua Igreja, de cada um de nós, que também devemos fazer parte neste anúncio.

                                                             Matheus Barbosa
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Distinção entre Eutanásia e Ortotanásia

Crescente é o numero de pessoas que é a favor da eutanásia direta. Estas pessoas, influenciadas pela opinião da mídia, alegam que o paciente tem que ter uma morte digna, livre do sofrimento. Esta afirmação é correta, toda pessoa deve ter uma morte digna. Mas, não precisa matar para se ter uma morte digna e livre de sofrimento. Existe uma diferença entre matar e dar o direito da pessoa morrer. Isso se chama ortotanásia, morte natural, obstinação terapêutica ou eutanásia passiva.
O mundo hoje é marcado pela morte. A cada dia, mais países aprovam leis que incentivam o aborto, suicídio e a eutanásia. E por isso é crescente o número de mortes e a diminuição de nascimentos, fazendo com que aconteça um fenômeno que especialistas denominam como “implosão demográfica”. Atualmente muitos países do mundo aceitaram a eutanásia, como forma de se “livrar” de um paciente mais rápido. E isto, olhando no ponto de vista cristão, humano, moral, médico é considerado uma barbárie. Por que ninguém tem o direito de tirar a vida de um ser humano em estado algum.
Sabemos que existem muitos casos delicados, pessoas que estão em uma cama há mais de 20 anos. Famílias abaladas pelo sofrimento. E gente que vive em um hospital. A Igreja, não quer o sofrimento dos seus filhos, ela sabe o quanto dói ter um ente querido à beira da morte. Por isso não dispensa a possibilidade de deixar a pessoa morrer naturalmente, isto está no Catecismo da Igreja Católica. Vejamos:

2278. A cessação de tratamentos médicos onerosos, perigosos, extraordinários ou desproporcionados aos resultados esperados, pode ser legítima. É a rejeição do «encarniçamento terapêutico». Não que assim se pretenda dar a morte; simplesmente se aceita o fato de a não poder impedir. As decisões devem ser tomadas pelo paciente se para isso tiver competência e capacidade; de contrário, por quem para tal tenha direitos legais, respeitando sempre a vontade razoável e os interesses legítimos do paciente.
2279. Mesmo que a morte seja considerada iminente, os cuidados habitualmente devidos a uma pessoa doente não podem ser legitimamente interrompidos. O uso dos analgésicos para aliviar os sofrimentos do moribundo, mesmo correndo-se o risco de abreviar os seus dias, pode ser moralmente conforme com a dignidade humana, se a morte não for querida, nem como fim nem como meio, mas somente prevista e tolerada como inevitável. Os cuidados paliativos constituem uma forma excepcional da caridade desinteressada; a esse título, devem ser encorajados.


Portanto, é lícito deixar o paciente morrer com dignidade, visto que seja assistido por pessoas competentes e que não o deixe sofrer. É importante falar isto porque muitos confundem a eutanásia com a ortotanásia, pensam que morte digna é assassinato. A eutanásia tira os meios básicos de sobrevivência da pessoa, em alguns casos tiram o ar, outros tiram a comida, outros até aplicam medicamentos. Que dignidade é esta? Morrer de fome? Sem ar?
A Igreja compreende o sofrimento humano e por isso não quer que o homem sofra. Seja durante a vida seja à beira da morte, o homem deve ser respeitado como filho de Deus.


Matheus Barbosa
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