"Católico de missa"? Que ótimo!

Ainda esses dias, conversava sobre a vivência da fé dos católicos com meu amigo Wallis. Muitos hoje podem ser considerados os “fiéis-infiéis”, pois se fecham à verdade de Cristo, rejeitando a Igreja e fazendo da religião uma “religião própria” onde quem decide dogmas é a própria pessoa. São dos tipos que vão à missa ao domingo como objetivo social, ou seja, vão para encontrar amigos, desfilar com a roupa nova, penteado diferente... E não vão com a intenção de encontrar com Jesus na eucaristia. Ultimamente nos grupos de oração, usam um termo para definir estes católicos, que me dá arrepios de terror apenas de ouvir. É o termo “católico só de missa”. Usam isto como se a missa fosse o “basicão”, como se somente ir à missa fosse pouco demais ou simples demais para um católico. Diria que isto é uma ignorância, pra não dizer herético. Pois mesmo que me dissessem que este termo é usado para definir os católicos que vão a missa e não praticam o que ouve dos nossos padres, ainda sim estaria errado. Pois alguém que vai a missa com a intenção de passear não foi à missa...Foi na igreja, fazer os outros pecarem. Portanto, nem “católicos de missa” eles são. Diria que não são nem de missa, nem muito menos católicos.
Se hoje ouço alguém falar que fulano é “católico só de missa” eu falo: “Meu Deus, que ótimo!”. Pois há hoje uma grande rejeição por parte dos católicos em ir ao sacrifício de Cristo, que é a missa. Não há interesse. Por isso que os “Católicos de missa” estão cada vez mais escassos.
Os nossos grupos de Oração pregam como se fosse superficial demais participar somente da missa, sendo que é o contrário. Seria superficial demais eu participar apenas do grupo. Pois, a igreja está há 2 mil anos sem grupo, mas nunca deixou de celebrar a missa. É a missa que sustenta a Igreja, é a Eucaristia que alimenta a Igreja.
Portanto, digo-lhe: Seja um católico de missa, antes de não ser católico algum.


Matheus Barbosa
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O Papai Noel que Gosto

Ano passado fiquei sabendo de algo que me emocionou bastante. Fiquei sabendo da existência de pessoas que fazem o trabalho do Papai Noel no natal. E olha que depois que tomei certa consciência cristã, nunca fui de dar muita “moral” pra esse Papai Noel. Sempre vi que ele tomava (e ainda toma) o lugar de Jesus no coração das pessoas. Vi que ele era (e ainda é) muito mais lembrado do que Jesus no Natal, fazendo com que se deturpe totalmente o verdadeiro sentido do Natal, mas, isso podemos comentar mais adiante.
Mas, sabe que desde o Natal passado, um tipo de Papai Noel me encantou: O Papai Noel dos Correios.
A idéia é relativamente antiga, é de 1997. Mas, fui conhecer apenas 11 anos depois, ano passado. E ainda a conheci tarde, depois do natal.
Lembro até hoje quando meu amigo Sergio me contava algumas histórias dessa tão admirável idéia. Fiquei fascinado. Vi que podia sim haver Papai Noel no Natal mas que ele não fosse um ídolo, mas sim um “apelido” para aqueles que fizessem o bem.
Que idéia boa, ser um Papai Noel. Seguindo o exemplo de São Nicolau que costumava ajudar, anonimamente, quem estivesse em dificuldades financeiras. Colocava o saco com moedas de ouro a ser ofertado na chaminé das casas (pra quem não sabe o Papai Noel foi inspirado em São Nicolau).
Este ano, lembrei da idéia de ser Papai Noel. Até pra escrever este post, entrei na internet e pra me certificar liguei na agencia dos correios aqui da minha cidade para ver se já estavam disponíveis as cartas a serem adotadas. E a atendente me confirmou que já estavam.
Procurando na Internet encontrei alguns trechos de cartinhas já enviadas nos anos anteriores. Vejamos:

“Papai Noel, esta cartinha não é para te pedir presente. A única coisa que eu quero pedir é paz para o mundo. E, também, quero te desejar um Feliz Natal”.

“Querido Papai Noel, só quero um pedido: que todas as crianças do mundo não passem mais fome.”

“Apenas meu pai trabalha e ele ganha pouco. Mal dá para comer. Tem vezes que a gente passa até fome. Papai Noel, se o senhor puder, eu quero uma cesta básica para poder passar pelo menos um mês. Muito obrigado”,
diz a criança em uma carta.

Se você também achou a idéia maravilhosa e quer participar, procure a agência dos correios da sua cidade e “adote” uma dessas cartas. Seja você um instrumento de Deus, levando a alegria do humilde Menino Jesus que vive no nosso coração.


Matheus Barbosa
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Simplicidade na Oração


Hoje queria refletir sobre a oração, pois Jesus nos disse:
“Nas vossas orações, não multipliqueis as palavras, como fazem os pagãos que julgam que serão ouvidos à força de palavras.” (Mt 6,7)
Nesta passagem Jesus nos ensina que não somos ouvidos por Deus pela força de nossas palavras, mas pela sinceridade do nosso coração.
Hoje os nossos grupos de oração, de reflexão, de catequeses e pastorais têm verdadeiros especialistas em fazer orações com palavras de grandes significados, uma oração de alto teor intelectual e teológico.
Às vezes fico percebendo a forma com que algumas pessoas conduzem oração, vejo que tentam usar de uma técnica usada para convencer algum individuo, a retórica. O homem tenta fazer com Deus aquilo que faz com outros homens, tentando persuadir a Deus por meio de palavras. O homem com as técnicas da oratória julga que também pode enganar a Deus com sua habilidade nas palavras. Veja o quanto nós, seres humanos, somos ignorantes nas coisas de Deus!
Pois não há palavra alguma que saia da nossa boca que possa enganar a Deus. Pois Deus, antes mesmo de nossas palavras, conhece o nosso coração. Deus sabe da miséria que somos interiormente e nada de bonito que falarmos vai conseguir “maquiar” o que realmente somos por dentro.
Por isto Jesus nos ensina que devemos ser simples, pois assim não estaremos tentando enganar a Deus, mascarando nosso coração por meio de palavras bonitas.
Não digo que palavras “bonitas” são proibidas. Digo que são proibidas quando usadas por vaidade ou para mascarar algo que somos. Muitas vezes usamos estas palavras, mas a nossa oração fica na superficialidade, porque não há a sintonia com o nosso interior. Pois aquilo que se fala não é aquilo que está dentro do coração. Portanto, muitas vezes nossas orações são mal feitas. Também não estou dizendo que devemos usar de palavras irreverentes para com Deus. Nossa oração é um dialogo amigável com Deus, não é um discurso, mas também não é qualquer “papinho”.
Nas nossas orações devemos nos portar como filhos, obedientes, humildes e amados por Deus. Não estamos falando com qualquer um, mas com Aquele que nos amou, acolheu como filhos e nos salvou.
Portanto amigos, evitemos a multiplicação das palavras na nossa oração. Não é assim que vamos conseguir conversar com Deus. Basta silenciarmos e deixarmos brotar de dentro do coração as palavras que convém dizer. As palavras que o próprio Espírito Santo nos ensina.



Matheus Barbosa
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Advento, tempo da esperança

Neste domingo iniciamos um tempo belíssimo na nossa Igreja, o advento. O advento é o tempo da expectativa. Por isso as cor litúrgica é o roxo que simboliza a conversão para a chegada de Jesus e o rosa no terceiro domingo para revelar a alegria da vinda do Salvador que está bem próxima a espera.
O Senhor vem chegando!
O menino Jesus está para nascer nos nossos corações novamente. É o tempo de vida nova, esperança, sonhos!
Convido-vos a experimentar bem este tempo. Saborear a cada dia esperando a vinda do Menino-Deus. Jesus está para nascer, faça do teu coração a manjedoura, a pequena gruta que o Senhor humilde nasceu.

Matheus Barbosa
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