"Vista-se" Verdadeiramente

Mais um carnaval vem por ai. E as mesmas reportagens do ano passado, a mesmas marchinhas do ano passado, as mesmas festas, sambinhas... E as mesmas “campanhas”. O governo federal vai distribuir só no carnaval mais de 55 milhões de camisinhas para os foliões. E tudo, claro, com o slogan “Vista-se”.
Foi passando em frente a um outdoor mostrando uma modelo com uma camisinha na mão, que tive a idéia de escrever sobre isto. Fiquei alguns minutos em silêncio dentro do carro, refletindo principalmente sobre este slogan que não sai da minha cabeça, “Vista-se”. Logo comecei a concluir algo.
Na verdade, só se precisa se “vestir” com a camisinha aquele que não “veste” a castidade. Pois se você a cada dia consagra tua sexualidade a Deus, não tem necessidade de se “vestir” com a camisinha, pois está livre de doenças.
Falo isto para esclarecer muitas pessoas que acham que a Igreja é diretamente contra o uso da camisinha. Quando na verdade a proibição da camisinha é apenas uma dimensão daquilo que a Igreja realmente prega, que é a castidade. Portanto a Igreja não é contra a camisinha, mas contra o sexo feito em tempo, modo e lugar errado. A Igreja nos ensina a castidade para não precisarmos usar a camisinha. Para não colocarmos nossas vidas em risco vivendo uma sexualidade depravada.
Portanto, para este carnaval podemos nos vestir sim, mas vestir com a castidade. Festejar, sambar, sorrir, se alegrar, só tem sentido quando se vive com Cristo. Sem ele, tudo termina na quarta feira com o vazio no coração e a certeza de que quatro dias de falsas alegrias não serviram de nada, pois não ecoaram em nós sequer uma semana.

E fica nosso slogan cristão: Castidade, veste-a.


Matheus Barbosa
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Nem "BIg", Nem "Brother", Nem "Reality"

Bem, antes de mais nada quero dizer que esta é minha opinião pessoal. Não é ensinado pela Igreja, até mesmo porque a Igreja tem mais coisas a se preocupar. Bem, agora que esclareci, vamos ao assunto do Big Brother.
O Big Brother é um programa que se denomina um “reality show”, ou seja, “O show da realidade.” Nobres senhores leitores, não sei vocês, mas a minha realidade não tem piscina o dia todo, academia, festas durante a semana, sonequinha à tarde e sequer disputo com "brothers" alguma quantia de dinheiro. Portanto não posso considerar um show de realidade. Vemos algum punhado de pessoas brigando entre si para a conquista (a qualquer custo) de uma alta quantia de dinheiro. Portanto também não é nada “Brother” (irmão em inglês), pois não vejo fraternidade alguma em eliminar outras pessoas através de briguinhas e complôs. Nem sequer o “Big” (grande em inglês) sobrou. Pois o programa é de um nível bem rebaixado. Não vejo nada de crescimento, mas vejo muito apelo à sensualidade misturada com publicidade. Uma mistura bastante medíocre e que faz sucesso com o “povão”. Vejo briguinhas inúteis, por coisas inúteis, em situações inúteis com pessoas inúteis. Enfim, nada útil. Muitos programas da TV consigo tirar algo que acrescenta na minha vida, mas o BBB é um programa que eu sento para assistir e em 3 minutos troco de canal. Por que vai me dando uma agonia ver um grupo de pessoas na piscina falando mal de um "irmão", um grupinho na cozinha brigando por que um "brother" não lavou a louça, e no quarto às 3 da tarde um jovem dormindo. Às vezes nesses 3 minutos dá vontade de ligar na emissora e pedir que me paguem pelo tempo perdido.
Isso tudo sem contar o apelo a baixaria. Quando se trata de explorar o corpo feminino, o sexo, brigas, discussões com palavras de baixo calão e conversas frívolas, o BBB é um veículo eficaz. E claro, isso tudo faz sucesso com o “povão”, que adora um ‘mal feito’ como diria Yasmim, minha amiga. E os publicitários inteligentes aproveitam esta mistura toda como “prateleira” para colocar seus produtos à mostra.
Diante dessa análise não vejo, nem “Big, nem “Brother”, nem “reality”. Vejo o interesse de ganhar dinheiro à custa de um povo intelectualmente preguiçoso. E que diz que “o dinheiro tá curto pro dízimo”, mas liga 30 vezes para a “loira, magrela e chata” perder.
E no fim das contas, no final do mês vemos alguns gastos com telefone. Nos próximos anos vemos nossos filhos sexualmente e psicologicamente desordenados pelo mau exemplo e no fim da vida nos perguntamos “onde erramos?”

Matheus Barbosa
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Lenda Árabe

Diz uma lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto e em um determinado ponto da viagem discutiram.Um esbofeteou o outro.O ofendido, sem nada a dizer, escreveu na areia:

HOJE, MEU MELHOR AMIGO ME BATEU NO ROSTO.

Seguiram viagem e chegaram a um oásis,onde resolveram tomar banho.O que havia sido esbofeteado começou a afogar-se sendo salvo pelo amigo. Ao recuperar-se pegou um estilete e escreveu numa pedra:

HOJE, MEU MELHOR AMIGO SALVOU-ME A VIDA.

Intrigado, o amigo perguntou:

- Por que depois que te bati, tu escreveste na areia e agora escreves na pedra? Sorrindo, o outro amigo respondeu:

- Quando um grande amigo nos ofende, devemos escrever na areia, onde o vento do esquecimento e do perdão se encarrega de apagar, porém quando nos faz algo grandioso, devemos gravar na pedra da memória do coração, onde vento nenhum do mundo poderá apagar ...
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Saudades, de ti João Paulo II


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