Uma Questão de Crítica

Nos dias de hoje é cada vez mais comum o número de pessoas que se revoltam contra a Igreja Católica. Muitos até se dizem católicos e têm uma caminhada interessante dentro da Igreja mas mesmo assim rejeitam muitos ensinamentos da mesma. Por que isso acontece?
Primeiramente vejo muito explícito na mídia a vontade de destruir a Igreja. Muitas vezes a Igreja é mal compreendida, não por própria culpa mas por que a informação é passada de modo superficial ou incoerente. Uma vez vi um cardeal dando uma opinião sobre um assunto, logo após a pessoa que narrava a reportagem disse “Ou seja, ele quis dizer que...” e mudou totalmente o sentido que o Cardeal queria dizer. Eu percebi, mas sei que poucos percebem. Poucos vão atrás do que ouvem, assistem e lêem. Muitos ouvem a informação mas nem julgam que aquilo pode ser mentira. Por outro lado, quando a informação vem da Igreja muitos desacreditam ou colocam alguma dúvida. Parece que para muitos é tão fácil acreditar nos jornais mas é tão difícil acreditar na Igreja.
A sociedade hoje “criou” um certo tipo de pessoa que é “O Crítico”, muitos hoje se dizem críticos. Existem aqueles que falam que têm opinião própria, que não são alienados, que não aceita tudo, que não concorda com a maioria, que vai contra a corrente...Mas, se você for parar pra pensar essa pessoa é a mais “Maria vai com as outras”. Hoje o "crítico" é aquele que vai contra tudo que a Igreja fala. Mas, se você for ver, existem mais pessoas que está contra a Igreja do que a favor. Repare na sua sala de aula ou no trabalho, quando se levanta um professor ou aluno para “descer a lenha” na Igreja, todos ficam quietinhos, abaixam suas cabeças. Juntam-se os “Críticos” de toda a sala e começam a caluniar. Mas, não tem um que se levante a diga que é contra tudo isso que estão dizendo. O engraçado é que os “Críticos” são a maioria da sala. Os “Críticos” apenas repetem o que a mídia fala. E repetem a opinião do professor. Cadê a opinião própria?
Então o que é realmente ser crítico e nadar contra a corrente? É SER CATÓLICO.
Pois só um homem crítico vai além do que ouve e busca a verdade. Só um homem crítico tem a coragem de dizer que está do lado de uma Igreja de dois mil anos em meio a uma multidão que calunia. Afinal qual é mais fácil nos dias de hoje, falar mal da Igreja ou pregar tudo que a Igreja diz?
Certamente pregar o Evangelho, tanto que, os que pregam são tachados de “os alienados” enquanto os que julgam são “os críticos”.
Pensemos então como está nossa crítica. Será que somos apenas mais um a gritar contra a Igreja ou somos a trombeta solitária a anunciar o Senhor que vem?
Afinal, estamos indo pelo caminho mais fácil da “falsa opinião própria” ou somos corajosos o suficiente para nadar contra a corrente

Matheus Barbosa
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Escolha na Caminhada

Certa vez meu pároco, Pe. Carlinhos, disse uma frase que marcou bastante minha caminhada.

“Apenas tem direito de errar aquele que já escolheu. Pois aquele que não escolhe já está errando.”
Fiquei inquieto com essa frase. E logo comecei a refletir sobre o que aquela frase significava. Cheguei em casa e ainda aquilo abrasava em meu coração. Logo fui relembrar tudo o que foi a homilia, o evangelho, as leituras, enfim toda a liturgia. E finalmente Deus me deu o discernimento para compreender aquela frase.

Primeiramente a escolha que o padre falou é a escolha por Jesus, a escolha pelas coisas de Deus, a escolha pela sua vocação, a escolha de uma vida melhor. Jesus disse: “Aquele que não está comigo está contra mim” (Lucas 11, 23). Então não escolher Jesus é estar contra ele. Não existe meio termo. A Palavra é dura, radical e verdadeira, se não escolhemos estamos contra e se assim estamos, estamos no erro.

Pensamos muitas vezes que estamos com Jesus, pensamos que já escolhemos tudo. Mas, será mesmo? Quantas vezes queremos viver a nossa fé fraca. Queremos a Deus e queremos as coisas mundanas. Queremos ser salvos, mas não queremos esforçar nem um pouco para conseguir isso. Queremos tudo muito fácil, na mão, acomodados em nossa casa.

Escolher Jesus é ser radical. É correr atrás, ir à luta. É viver para os outros, é ser de Deus completamente. A Jesus e a Igreja ou se ama ou se odeia. Não há como “gostar um pouquinho” ou “Achar legal”. Quem está com Jesus, está com a Igreja e está amando. E quem ama é por que fez uma escolha. E por isto está certo. Agora quem não ama Jesus, não ama a Igreja e não ama. E se não ama, não escolheu e vive no erro.

Ainda há tempo! Escolha HOJE. Hoje é o dia de ser de Deus. Hoje é o dia de buscar mais a fé e renunciar tudo aquilo que nos prende para alçar o vôo da liberdade. Alçar vôo rumo ao céu. Rumo ao lugar para onde somos chamados: O Colo do Pai.

Matheus Barbosa
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Santidade, Um caminho para todos

Um dia falei para uma amiga que queria ser santo. Ela logo me repreendeu dizendo que falar isso era pecado.  Até comecei a rir da situação, mas logo lembrei que muitos não conhecem o verdadeiro sentido de santidade, aliás, muitos pensam que santidade é algo inatingível. E porque eu digo que não é?

Pois Deus tem nos chamado a Santidade. Na bíblia Ele revela claramente esta vontade, dizendo “Sede Santos, pois Eu Sou Santo” (1 Pedro 1:16). E Ele não nos chamaria a algo que não conseguiríamos. O Pai tem uma vontade e esta vontade é que sejamos Santos (1Tessalonissenses  4,3).
Portanto, se Deus nos chama, como podemos dizer que buscar a santidade é algo inatingível? Se assim fosse, Deus seria injusto. Seria como o pai que debochadamente segura um brinquedo com o braço levantado e pede para a criança pegar. Deus não é injusto, nem debochado. Se Deus nos chama é porque podemos. E se não conseguimos é por que não queremos.
E a prova disto é os milhares de homens e mulheres que no curso de toda história almejaram conseguir este objetivo. Sabemos de pessoas que passaram por este mundo fazendo o bem e doando o seu sangue pelo próximo. E conseguiram a santidade, não porque são especiais, ou por ter algum superpoder, mas por que um dia decidiram por este caminho.
Já dizia Santo Agostinho “Si isti et istae, cur non ego”, ou seja, “Se eles puderam, elas puderam, por que não eu?”.
E por que não eu, Matheus? E por que não você, leitor?
Muitos conseguiram. A Igreja hoje tem milhares de Santos reconhecidos, mas existem outros que ainda não conhecemos e que são santos, pois já se encontram em plena comunhão com Deus, no céu. Muitos não têm a consciência de que a santidade é o único caminho que se chega ao céu, acham que existem pessoas que foram para o céu e existem aquelas que são Santas. Santos são aqueles que se encontram na glória de Deus, que já estão no céu. Pode ser que algum amigo seu falecido já seja um santo e você nem sabe.
Para ser santo basta a nossa decisão. Basta a nossa entrega. Mas, a decisão deve ser firme e a entrega deve ser total. Não podemos viver a vida pela metade. Querer a santidade é deixar a “vidinha mais ou menos”, e viver a vida intensamente. E viver intensamente é muito mais que ter muitas atividades em um dia. Mas, ter muito o que doar de si em um dia.
Quer ser santo? Decida e se entregue a Deus. Mas, decida-se hoje, pois o céu tem pressa.

Matheus Barbosa
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Grande Papa Bento XVI

Amigos, por causa de alguns problemas técnicos com o meu computador estou tendo dificuldades em postar no blog. Mas, prometo que assim que solucionar o problema voltarei postar normalmente.

Deixando de lado os comunicados... Vamos ao assunto.

Em 2005 com a morte do grandioso Papa João Paulo II o mundo ficou curioso para saber quem seria seu sucessor. E assim passaram-se os dias e os cardeais escolheram o cardeal alemão Joseph Ratzinger para sentar na cadeira de Pedro.
Nesta época já participava de um grupo de coroinhas na minha igreja, mas ainda era desligado dessas coisas. Para mim tanto fazia se fosse João ou Bento.
Fui crescendo e a mídia foi me influenciando a dizer que Bento XVI era inquisidor, ultrapassado e antipático. Fiquei com essa imagem de Bento XVI até descobrir o que é realmente ser cristão. Desde então comecei buscar conhecer mais nossa Igreja. Fui procurando saber sobre catequese, doutrina, espiritualidade. Fui me aprofundando e fui cada vez mais amando ser católico. E cada vez que me aprofundava mais nos estudos fui me deparando com uma figura que sempre assinava alguns textos importantes: Joseph Ratzinger.
Com a ajuda de um outro padre muito sábio, Padre Paulo Ricardo, fui encontrando as riquezas que este cardeal alemão já escreveu. E assim descobri que Bento XVI é o maior teólogo vivo na Terra hoje.
Desde então sempre procuro suas reflexões, homilias, encíclicas para me aprofundar mais na fé.
Muitos por maldade julgam Bento XVI e muitos também são influenciados a dizerem que Bento é antiquado.
Destes que julgam por maldade acredito que são pessoas que não estão dispostas a ouvir a Verdade e por isso são inimigos Dela. E para os que são influenciados, acredito que acostumaram com o jeito de João Paulo II e querem que Bento seja igual.
Muitos gostam de ficar comparando Papas, ficam dizendo que Papa João Paulo II era assim... E que Bento tinha que ser também. Acho isso muito medíocre.
As pessoas têm personalidades próprias e tenho certeza que Bento XVI tem a sua muito bem formada. Bento XVI é um homem carismático, no seu jeito, meio fechado, sorriso bem discreto e um grande coração. Não é como Papa João Paulo II, que vem de uma cultura diferente e tem outra personalidade, mas ambos são iguais no aspecto mais importante: O amor a Deus e à Igreja. Muitos destes que julgam é porque não conhecem o papa, sequer leram algum documento escrito por ele. E a isso chamo de Pré Conceito.
Gostei muito quando encontrei este vídeo no youtube do papa dando uma risada boa. O que mostra a pureza e o carisma deste homem de Deus.
Viva o Papa!

Matheus Barbosa
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